Hoje quero homenagear a mulher, e faço-o em silêncio, em consciência, escutando a mãe Natureza.
A doçura é uma virtude feminina, mesmo quando esse feminino tende a usar mais a mente, mais a lógica da interpretação, e menos o lado misterioso que a vida tem para oferecer.
O que a doçura tem de feminino, ou pelo menos o que aparenta tê-lo, é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera.
É o que tão bem ouvimos em Schubert, o que lemos tão bem em Jorge Amado.
Paz interior, uma vivência apenas no presente, aqui e agora, sem lembranças do passado ou projecções no futuro.
A doçura feminina é uma paz real ou desejada; é o oposto da guerra, da crueldade, da indiferença, da brutalidade, da violência.
A doçura é o que em meu entender aproxima mais a mulher do humano do que o homem.
Mantenham pois a doçura, essa virtude graças à qual a humanidade tem algum humanismo.
E não usem a mente, caminhem na vertical, conheçam-se e sejam felizes.
O que a doçura tem de feminino, ou pelo menos o que aparenta tê-lo, é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera.
É o que tão bem ouvimos em Schubert, o que lemos tão bem em Jorge Amado.
Paz interior, uma vivência apenas no presente, aqui e agora, sem lembranças do passado ou projecções no futuro.
A doçura feminina é uma paz real ou desejada; é o oposto da guerra, da crueldade, da indiferença, da brutalidade, da violência.
A doçura é o que em meu entender aproxima mais a mulher do humano do que o homem.
Mantenham pois a doçura, essa virtude graças à qual a humanidade tem algum humanismo.
E não usem a mente, caminhem na vertical, conheçam-se e sejam felizes.
Sem comentários:
Enviar um comentário