O Governo perdeu as estribeiras.
A sua actuação roça o paroxismo.
Chegou ao ponto de legislar às escondidas, adjudicar aos sábados, para ninguém poder ver, contestar, perguntar.
O que era vital para o país há três meses, passou subitamente a ser desnecessário, do mesmo modo que o balão de oxigénio o é para o afogado.
E ninguém contesta, ninguém pede explicações, como se tudo fosse normal.
Mas não foram as previsões que correram mal.
Antes fossem.
O que correu mal foi o excesso de ganância daqueles, sempre os mesmos, de um lado e do outro da mesa negocial, que mais parece um vaso sacrificial, que lucrariam, lucrarão com estas dispendiosas obras públicas.
Como manter a face quando ela já está perdida há muito tempo?
Como é possível que um país seja governado por aventureiros e amadores, que vêm na coisa pública apenas um meio de ascenção social e de enriquecimento fácil?
Só há duas maneiras de este estado (de coisas) se manter: Novo aumento de impostos generalizado, ou o fim do sistema nacional de saúde.
Para já, os mais pobres(?!) vão deixar de ter medicamentos gratuitos, enquanto o parlamento se prepara para aprovar por unanimidade mais um aumento salarial , para além de outras regalias.
É no mínimo justo dada a sua extraordinária contribuição para o agravamento da crise.
Ouve-se também falar que se vai criar uma farmácia numa das salas desocupadas da AR para fornecer gratuitamente os seus utentes e respectivas famílias.
Custa-me a crer que seja mentira.
A sua actuação roça o paroxismo.
Chegou ao ponto de legislar às escondidas, adjudicar aos sábados, para ninguém poder ver, contestar, perguntar.
O que era vital para o país há três meses, passou subitamente a ser desnecessário, do mesmo modo que o balão de oxigénio o é para o afogado.
E ninguém contesta, ninguém pede explicações, como se tudo fosse normal.
Mas não foram as previsões que correram mal.
Antes fossem.
O que correu mal foi o excesso de ganância daqueles, sempre os mesmos, de um lado e do outro da mesa negocial, que mais parece um vaso sacrificial, que lucrariam, lucrarão com estas dispendiosas obras públicas.
Como manter a face quando ela já está perdida há muito tempo?
Como é possível que um país seja governado por aventureiros e amadores, que vêm na coisa pública apenas um meio de ascenção social e de enriquecimento fácil?
Só há duas maneiras de este estado (de coisas) se manter: Novo aumento de impostos generalizado, ou o fim do sistema nacional de saúde.
Para já, os mais pobres(?!) vão deixar de ter medicamentos gratuitos, enquanto o parlamento se prepara para aprovar por unanimidade mais um aumento salarial , para além de outras regalias.
É no mínimo justo dada a sua extraordinária contribuição para o agravamento da crise.
Ouve-se também falar que se vai criar uma farmácia numa das salas desocupadas da AR para fornecer gratuitamente os seus utentes e respectivas famílias.
Custa-me a crer que seja mentira.
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