Pode-se pensar que o raciocínio lógico não tem qualquer interesse para o pensamento filosófico por ser meramente formal.
Apresenta um conteúdo já sabido e não procura novas verdades.
Um argumento pode ser válido, mas isso não garante que a conclusão seja verdadeira.
Como o que interessa à filosofia são as conclusões verdadeiras, neste raciocínio, a lógica não tem qualquer interesse.
Parece que a lógica silogística só serve para apresentar um conteúdo já sabido e não para a descoberta de novas verdades
Os filósofos procuram sempre bons argumentos para defender as suas ideias.
Mas para que um argumento seja bom é necessário que seja válido, e é a lógica que ajuda a determinar se um dado argumento é ou não válido.
A lógica desempenha dois papéis na filosofia: clarifica o pensamento e ajuda a evitar erros de raciocínio.
A filosofia ocupa-se de um conjunto de problemas.
Os filósofos, ao longo da história, têm dado resposta a esses problemas, tentando solucioná-los. Para isso, apresentam teorias e argumentos.
A lógica permite assumir uma posição crítica perante os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia, pois permite avaliar criticamente os problemas da filosofia.
Para reflectir sobre um problema são necessários bons argumentos; não basta afirmar que se trata de um falso problema.
A lógica permite avaliar criticamente as teorias e argumentos dos filósofos.
Será que uma dada teoria faz sentido? Como poderemos defendê-la? Quais são os seus pontos fracos e quais são os seus pontos fortes? E porquê?
A lógica permite que as ideias dos filósofos sejam testadas e avaliadas.
Sem esta atitude crítica não há atitude filosófica.
Logo, sem raciocínio lógico não poderá haver um verdadeiro pensamento filosófico.
Alguns filósofos não apresentam muitos argumentos.
Manifestam apenas as suas ideias inspiradas e visões criativas do mundo.
Mas o objectivo do estudo da filosofia não é aprender a repetir ideias sem as criticar.
O objectivo do estudo da filosofia é saber discutir essas ideias.
Ora, não é possível discutir as ideias dos filósofos e adoptar uma posição crítica sem um raciocínio lógico.
Há que comparar ideias e argumentos com os seus opostos.
E é aí que entra o raciocínio lógico.
Apresenta um conteúdo já sabido e não procura novas verdades.
Um argumento pode ser válido, mas isso não garante que a conclusão seja verdadeira.
Como o que interessa à filosofia são as conclusões verdadeiras, neste raciocínio, a lógica não tem qualquer interesse.
Parece que a lógica silogística só serve para apresentar um conteúdo já sabido e não para a descoberta de novas verdades
Os filósofos procuram sempre bons argumentos para defender as suas ideias.
Mas para que um argumento seja bom é necessário que seja válido, e é a lógica que ajuda a determinar se um dado argumento é ou não válido.
A lógica desempenha dois papéis na filosofia: clarifica o pensamento e ajuda a evitar erros de raciocínio.
A filosofia ocupa-se de um conjunto de problemas.
Os filósofos, ao longo da história, têm dado resposta a esses problemas, tentando solucioná-los. Para isso, apresentam teorias e argumentos.
A lógica permite assumir uma posição crítica perante os problemas, as teorias e os argumentos da filosofia, pois permite avaliar criticamente os problemas da filosofia.
Para reflectir sobre um problema são necessários bons argumentos; não basta afirmar que se trata de um falso problema.
A lógica permite avaliar criticamente as teorias e argumentos dos filósofos.
Será que uma dada teoria faz sentido? Como poderemos defendê-la? Quais são os seus pontos fracos e quais são os seus pontos fortes? E porquê?
A lógica permite que as ideias dos filósofos sejam testadas e avaliadas.
Sem esta atitude crítica não há atitude filosófica.
Logo, sem raciocínio lógico não poderá haver um verdadeiro pensamento filosófico.
Alguns filósofos não apresentam muitos argumentos.
Manifestam apenas as suas ideias inspiradas e visões criativas do mundo.
Mas o objectivo do estudo da filosofia não é aprender a repetir ideias sem as criticar.
O objectivo do estudo da filosofia é saber discutir essas ideias.
Ora, não é possível discutir as ideias dos filósofos e adoptar uma posição crítica sem um raciocínio lógico.
Há que comparar ideias e argumentos com os seus opostos.
E é aí que entra o raciocínio lógico.
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