Podes ver em que sarilho estou metido, querida Fernanda.
Estou pronto para ouvir.
Vou ouvir inteligentemente.
Partirei e hei-de compreender porque sou chamado tão cedo.
Fazer uma viagem sem um propósito que seja.
Parece coisa do Marocas.
Apenas porque se tem que fazer, cedo ou tarde.
Mas não vou cortar as minhas roupas à tua medida, com um pretexto qualquer.
Não te conheço, mas reconheço-te.
Encontro em ti uma razão da minha encurtada existência.
E noutros encontros que nunca terei.
Partirei com o espírito de tentar entender as coisas ( o que dizem ser errado do ponto de vista espiritual).
"...Não se deve tentar, deve estar-se consciente... blá, blá....
Nunca fui, nunca estive.
Só quando te aconselhava, meio a sério, meio a brincar.
O interessante é que tu me levavas a sério.
Fazias-me sorrir.
Fiz-te chorar e rir algumas vezes.
Eu, levado a sério!Por isso mesmo posso ir parar ao Inferno.
Espero que seja como Dante o imaginou.
Quem me receberá?
E fa-lo-à de braços abertos?
Terei visita guiada?
Tanto tu como eu iremos entrar na linha.
Irei o mais longe que puder.
Se não nos pudermos encontrar, tanto pior.
Mas no que diz respeito à verdade, tu tens muito mais que andar.
Se achas que não vale a pena, lamento muito.
Seria um desperdício de muitos quilómetros de boa estrada.
Até agora, não fui capaz, ou nunca ganhei o hábito, de dizer a pura e simples verdade sobre o meu estado.
Desta vez sou.
Acabaste de a ouvir.
Estou pronto para ouvir.
Vou ouvir inteligentemente.
Partirei e hei-de compreender porque sou chamado tão cedo.
Fazer uma viagem sem um propósito que seja.
Parece coisa do Marocas.
Apenas porque se tem que fazer, cedo ou tarde.
Mas não vou cortar as minhas roupas à tua medida, com um pretexto qualquer.
Não te conheço, mas reconheço-te.
Encontro em ti uma razão da minha encurtada existência.
E noutros encontros que nunca terei.
Partirei com o espírito de tentar entender as coisas ( o que dizem ser errado do ponto de vista espiritual).
"...Não se deve tentar, deve estar-se consciente... blá, blá....
Nunca fui, nunca estive.
Só quando te aconselhava, meio a sério, meio a brincar.
O interessante é que tu me levavas a sério.
Fazias-me sorrir.
Fiz-te chorar e rir algumas vezes.
Eu, levado a sério!Por isso mesmo posso ir parar ao Inferno.
Espero que seja como Dante o imaginou.
Quem me receberá?
E fa-lo-à de braços abertos?
Terei visita guiada?
Tanto tu como eu iremos entrar na linha.
Irei o mais longe que puder.
Se não nos pudermos encontrar, tanto pior.
Mas no que diz respeito à verdade, tu tens muito mais que andar.
Se achas que não vale a pena, lamento muito.
Seria um desperdício de muitos quilómetros de boa estrada.
Até agora, não fui capaz, ou nunca ganhei o hábito, de dizer a pura e simples verdade sobre o meu estado.
Desta vez sou.
Acabaste de a ouvir.
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