Logística, estratégia empresarial e criação de valor
Da análise anterior, verifica-se que há um ponto comum aos vários conceitos; a ideia de que a estratégia deverá permitir a rendibilidade da Empresa, o que só é possível se as organizações conseguirem um desempenho eficiente e ao mesmo tempo conseguirem satisfazer os seus clientes .
Da análise anterior, verifica-se que há um ponto comum aos vários conceitos; a ideia de que a estratégia deverá permitir a rendibilidade da Empresa, o que só é possível se as organizações conseguirem um desempenho eficiente e ao mesmo tempo conseguirem satisfazer os seus clientes .
A adaptação da capacidade produtiva e das características dos produtos/serviços às exigências da procura parece ser a fórmula mágica para a sobrevivência; para tal as empresas usaram diversas metodologias como a investigação operacional, definindo modelos de optimização, ou a teoria dos sistemas.
No entanto nos nossos dias, a satisfação dos clientes e o desempenho eficiente estão condicionados por várias restrições, pelo que as soluções apresentadas devem contemplar instrumentos que permitam às empresas um incremento gradual e contínuo da sua eficiência.
Importa assim meditar sobre os atributos logísticos e sobre as características da Logística empresarial. O papel a desempenhar pela Logística na concepção estratégica e na sua implementação radicará no seu contributo para a consecução de uma estratégia empresarial que permita às empresas fidelizar os seus clientes e consumidores e promover uma laboração eficiente, criando valor.
A Logística empresarial , através do seu papel de gestora de fluxos físico e informacional, de carácter bidireccional, condiciona todo o processo de transformação dos inputs e outputs o que, só por si, lhe confere um papel central na gestão das empresas. Se a estratégia empresarial, nos dias de hoje, deve promover a eficiência e a satisfação dos clientes, então a Logística, pelo seu cariz, poderá assumir um papel central e condutor na concepção e implementação dos mesmos.
Na constante tentativa de promover a eficiência e a satisfação dos clientes, a gestão do sistema logístico promove a qualidade total, operando continuamente um ciclo de melhoria continua.; de facto demonstra-se que a uma alteração dos requisitos do mercado, o sistema logístico desenvolve as acções necessárias ao ajuste das operações para a promoção da satisfação dos clientes e da eficácia organizacional.
A agilidade das cadeias de abastecimento e organizações passa a ser um requisito fundamental, e os maiores desafios logísticos estão do lado dos fluxos físicos, uma vez que não é ainda possível ,contrariamente ao acto de escolher e pagar virtualmente, receber instantaneamente os produtos. A cadeia física terá de dar passos importantes no sentido da agilização, rapidez e fluidificação para conseguir acompanhar o desenvolvimento dos fluxos de informação.
Como respostas concretas existem as aproximações ao cliente ou consumidor finais, tipificadas por propostas tipo CRM – Customer Relationship Management , ou outras não menos importantes ,como o ECR – Efficient Consumer Response , QR/CR – Quick response / Continuous Replenishment e o CPFR – Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment.
Importa assim meditar sobre os atributos logísticos e sobre as características da Logística empresarial. O papel a desempenhar pela Logística na concepção estratégica e na sua implementação radicará no seu contributo para a consecução de uma estratégia empresarial que permita às empresas fidelizar os seus clientes e consumidores e promover uma laboração eficiente, criando valor.
A Logística empresarial , através do seu papel de gestora de fluxos físico e informacional, de carácter bidireccional, condiciona todo o processo de transformação dos inputs e outputs o que, só por si, lhe confere um papel central na gestão das empresas. Se a estratégia empresarial, nos dias de hoje, deve promover a eficiência e a satisfação dos clientes, então a Logística, pelo seu cariz, poderá assumir um papel central e condutor na concepção e implementação dos mesmos.
Na constante tentativa de promover a eficiência e a satisfação dos clientes, a gestão do sistema logístico promove a qualidade total, operando continuamente um ciclo de melhoria continua.; de facto demonstra-se que a uma alteração dos requisitos do mercado, o sistema logístico desenvolve as acções necessárias ao ajuste das operações para a promoção da satisfação dos clientes e da eficácia organizacional.
A agilidade das cadeias de abastecimento e organizações passa a ser um requisito fundamental, e os maiores desafios logísticos estão do lado dos fluxos físicos, uma vez que não é ainda possível ,contrariamente ao acto de escolher e pagar virtualmente, receber instantaneamente os produtos. A cadeia física terá de dar passos importantes no sentido da agilização, rapidez e fluidificação para conseguir acompanhar o desenvolvimento dos fluxos de informação.
Como respostas concretas existem as aproximações ao cliente ou consumidor finais, tipificadas por propostas tipo CRM – Customer Relationship Management , ou outras não menos importantes ,como o ECR – Efficient Consumer Response , QR/CR – Quick response / Continuous Replenishment e o CPFR – Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment.
Falarei disso (resumidamente) um dia destes.
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