Sei de uma bárbara região cujos habitantes repudiam o vão e supersticioso costume de procurar sentido nos livros, e o equiparam ao de procurá-lo nos sonhos ou nas linhas caóticas da mão...
Admitem que os inventores, os criadores da escrita, possam evocar os vinte poemas de amor de Pablo Neruda (que alguém insensato transformou em apenas doze), ou apenas os vinte e cinco simbolos naturais, mas afirmam que essa aplicação é casual e que os livros em si nada valem ou significam.
Admitem que os inventores, os criadores da escrita, possam evocar os vinte poemas de amor de Pablo Neruda (que alguém insensato transformou em apenas doze), ou apenas os vinte e cinco simbolos naturais, mas afirmam que essa aplicação é casual e que os livros em si nada valem ou significam.
Esta opinião, como se pode facilmente provar, não é totalmente falaciosa.....
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