Considero-me culpado.
Não tenho desculpa possível.
Confesso fazer parte desta conspiração para despertar os sentidos daqueles que não pensam, que não sabem nem querem pensar, não precisam de pensar.
Confesso-me culpado da tentativa de tornar infelizes, pelo pensamento, toda essa multidão que é horrorosamente feliz e ostenta essa felicidade apenas e só porque não pensa em rigorosamente nada.
Não tenho desculpa possível.
Confesso fazer parte desta conspiração para despertar os sentidos daqueles que não pensam, que não sabem nem querem pensar, não precisam de pensar.
Confesso-me culpado da tentativa de tornar infelizes, pelo pensamento, toda essa multidão que é horrorosamente feliz e ostenta essa felicidade apenas e só porque não pensa em rigorosamente nada.
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