Escrevo por vezes cartas contundentes a pessoas que amo, e digo-lhes tudo o que me vai na alma.
Obviamente, não chego a enviá-las, acabo por destruí-las, depois de as segurar nas mãos e relê-las uma e outra vez, até as decorar.
Parece-me que a sua visão me queima as mãos, mas só o facto de passar à letra o que me vai na alma, tem em mim um efeito libertador.
Obviamente, não chego a enviá-las, acabo por destruí-las, depois de as segurar nas mãos e relê-las uma e outra vez, até as decorar.
Parece-me que a sua visão me queima as mãos, mas só o facto de passar à letra o que me vai na alma, tem em mim um efeito libertador.
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