As palavras, articuladas de forma coerente e assim transformadas em sons perceptíveis, ou que fiquem por dizer e permaneçam sob a forma de pensamento, podem atraiçoar-nos, cobrindo-nos com uma espécie de nevoeiro .
Perdemo-nos facilmente nelas, nas palavras, hipnotizados pelo facto de acreditarmos que conhecemos o objecto do nosso vago discurso, e definimo-lo inconscientemente, descrevendo as suas virtudes e beleza.
Quando a observamos sem a rotular mentalmente, Ana torna-se numa espécie de portal de entrada para um mundo sem forma. Existe nela uma abertura que dá acesso directo ao mundo espiritual, que só aqueles que têm consciência da sua essência interior podem experimentar.
Perdemo-nos facilmente nelas, nas palavras, hipnotizados pelo facto de acreditarmos que conhecemos o objecto do nosso vago discurso, e definimo-lo inconscientemente, descrevendo as suas virtudes e beleza.
Quando a observamos sem a rotular mentalmente, Ana torna-se numa espécie de portal de entrada para um mundo sem forma. Existe nela uma abertura que dá acesso directo ao mundo espiritual, que só aqueles que têm consciência da sua essência interior podem experimentar.
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