Pela janela entreaberta do quarto andar, ele conseguia ver claramente o movimento ondulado da copa das árvores. O ruido do vento nas frinchas da persiana era a unica perturbação à sua profunda contemplação. O quadro na parede à sua esquerda estava na obscuridade, e mais parecia uma mancha negra esborratada encaixilhada à pressa num quadro também ele de cor escura.
Havia pouca luz no quarto, mas a luminosidade do exterior dizia-lhe que ainda era dia, ou que estaria prestes a amanhecer. Não se recordava há quanto tempo ali permanecia, nem como ali tinha chegado.
Apenas sentia uma forte dor na cabeça, que fazia com que tivesse alguma dificuldade em esticar o pescoço ou mesmo dar alguns passos na direcção da janela, e tudo o que queria era chegar a esse foco de luz que ele entendia como a chave para a sua salvação.
Havia pouca luz no quarto, mas a luminosidade do exterior dizia-lhe que ainda era dia, ou que estaria prestes a amanhecer. Não se recordava há quanto tempo ali permanecia, nem como ali tinha chegado.
Apenas sentia uma forte dor na cabeça, que fazia com que tivesse alguma dificuldade em esticar o pescoço ou mesmo dar alguns passos na direcção da janela, e tudo o que queria era chegar a esse foco de luz que ele entendia como a chave para a sua salvação.
Sem comentários:
Enviar um comentário