A situação a que chegou a indústria automóvel faria prever que o virus entrasse em Palmela, mais cedo ou mais tarde.
Com 5 milhões de desempregados, é natural que a Alemanha exija retornos produtivos disseminados pelo mundo.
Isso não é interessante como base de reflexão.
É apenas inevitável.
O que fascina é que, pelas piores razões, se encontra aqui a confirmação de que as filosofias do desenvolvimento social se alicerçam em princípios falaciosos.
O desenvolvimento do sistema económico já não é determinado pela pergunta: "O que é bompara o Homem? " mas sim por uma outra: "O que é bom para o desenvolvimento do sistema?".
Tentou-se, com a Revolução Industrial, ocultar a desonestidade deste conflito assumindo que o que era bom para o sistema, também era bom para o povo.
E esta interpretação alicerçou-se no facto, inquestionável, que as características que o sistema exige: ganância, avidez e egocentrismo,eram inatas ao Homem, e portanto não é o sistema que é odioso, mas a própria natureza humana.
Nada mais certo.
O funcionário da autoeuropa de repente cai em si e vê que a segurança prometida por patrões e governantes tem pés de barro.
O governo vê neste potencial foco de desemprego apenas um revés negocial, provavelmente incontornável.
A Autoeuropa vê uma oportunidade de dar o próximo passo para a conversão, eventualmente noutras longitudes,para a fábrica automóvel do futuro próximo (carro verde).
Os sindicalistas, fiéis à cartilha, vêem aqui terreno fértil para aconfrontação política, estando como sempre nas tintas para a verdadeira vítima, o trabalhador, que perde muitas vezes a saúde e a vida nesse caminho íngreme que Sísifo já trilhou, na demanda da Felicidade prometida e nunca alcançada.
Com 5 milhões de desempregados, é natural que a Alemanha exija retornos produtivos disseminados pelo mundo.
Isso não é interessante como base de reflexão.
É apenas inevitável.
O que fascina é que, pelas piores razões, se encontra aqui a confirmação de que as filosofias do desenvolvimento social se alicerçam em princípios falaciosos.
O desenvolvimento do sistema económico já não é determinado pela pergunta: "O que é bompara o Homem? " mas sim por uma outra: "O que é bom para o desenvolvimento do sistema?".
Tentou-se, com a Revolução Industrial, ocultar a desonestidade deste conflito assumindo que o que era bom para o sistema, também era bom para o povo.
E esta interpretação alicerçou-se no facto, inquestionável, que as características que o sistema exige: ganância, avidez e egocentrismo,eram inatas ao Homem, e portanto não é o sistema que é odioso, mas a própria natureza humana.
Nada mais certo.
O funcionário da autoeuropa de repente cai em si e vê que a segurança prometida por patrões e governantes tem pés de barro.
O governo vê neste potencial foco de desemprego apenas um revés negocial, provavelmente incontornável.
A Autoeuropa vê uma oportunidade de dar o próximo passo para a conversão, eventualmente noutras longitudes,para a fábrica automóvel do futuro próximo (carro verde).
Os sindicalistas, fiéis à cartilha, vêem aqui terreno fértil para aconfrontação política, estando como sempre nas tintas para a verdadeira vítima, o trabalhador, que perde muitas vezes a saúde e a vida nesse caminho íngreme que Sísifo já trilhou, na demanda da Felicidade prometida e nunca alcançada.
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