“O amor é uma coisa maravilhosa, meu filho. Devidamente utilizado, poder-nos-á trazer a verdadeira felicidade. Tens que conhecer bem as mulheres, mas apenas escolher as mais convenientes”, diz Bartolomeu, recostando-se uma vez mais na poltrona e bebendo o último gole do seu magnífico digestivo.
B evitou fazer a pergunta que lhe saltou do cérebro para os lábios, e apenas disse, olhando através da janela para observar a quase desértica região central de Espanha, que sobrevoavam agora a dez mil pés de altitude:
“Como estará a mamã?”
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