Dizia ela que não se deve exigir muito aos ricos, pois que a maioria da população, sendo pobre, depende dos primeiros para subsistir, que são os únicos com capacidade para gerar emprego e mais riqueza.
Se os ricos fossem incomodados com impostos, se a sua fortuna fosse beliscada de algum modo, o país cairia rapidamente na miséria.
As famílias de posses são poucas, e portanto devem ser acarinhadas, tudo se deve fazer para que elas sejam cada vez mais poderosas.
Só assim se poderá manter o equilíbrio social.
É pois lógico que seja a multidão de pobres a suportar os encargos públicos, de uma forma suave.
De pobres já não passam, e assim o país poderá manter o equilíbrio e a saúde das suas finanças.
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