Se me fosse possível começar uma revolução no país, começaria pela educação.
Não pela convencional, de que se fala muito, talvez demais, mas pela educação cívica.
O verdadeiro problema da nossa democracia está na ignorância.
Ela vive sob o temor permanente à influência dos ignorantes, que não são capazes de expressar exigências sociais inteligíveis à comunidade ou de entender e rebater os argumentos dos outros.
Os ignorantes bloqueiam quando são convidados a definir as suas preocupações ou prioritizar os seus anseios, direitos e deveres de uma sociedade, para lá das adesões patológicas às tribos ou etnias.
E todos têm direito a voto.
E opor-se-ão às reformas necessárias que impliquem sacrifícios, e seguirão os muitos demagogos que lhes prometam paraísos com virgens ou a vingança das suas frustrações à custa de bodes expiatórios.
O problema da nossa democracia não está pois nos políticos desonestos que nos governam, mas no predomínio da maré da ignorância que permite que aqueles existam.
Não pela convencional, de que se fala muito, talvez demais, mas pela educação cívica.
O verdadeiro problema da nossa democracia está na ignorância.
Ela vive sob o temor permanente à influência dos ignorantes, que não são capazes de expressar exigências sociais inteligíveis à comunidade ou de entender e rebater os argumentos dos outros.
Os ignorantes bloqueiam quando são convidados a definir as suas preocupações ou prioritizar os seus anseios, direitos e deveres de uma sociedade, para lá das adesões patológicas às tribos ou etnias.
E todos têm direito a voto.
E opor-se-ão às reformas necessárias que impliquem sacrifícios, e seguirão os muitos demagogos que lhes prometam paraísos com virgens ou a vingança das suas frustrações à custa de bodes expiatórios.
O problema da nossa democracia não está pois nos políticos desonestos que nos governam, mas no predomínio da maré da ignorância que permite que aqueles existam.
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