O desenvolvimento do sistema económico actual já não é determinado pela pergunta:
"O que é bom para o homem?" ,
mas por uma outra:
"O que é bom para o sistema?".
Os políticos tentam ocultar a desonestidade deste conflito assumindo que o que é bom para o crescimento do sistema também é bom para o povo.
Esta interpretação é suportada por uma outra opinião : as características que o sistema exige dos seres humanos - egocentrismo, egoísmo e avidez - são inatas na sua natureza, e portanto não é apenas o sistema que as alimenta, mas a própria natureza humana.
De que nos queixamos nós afinal?
Não entendo assim como nos podemos incomodar, indignar, revoltar (eufemisticamente, como soi em Portugal), com o facto de o sistema correr na direcção da banca com o regaço cheio de euros, numa patética tentativa de salvar a vaquinha cujo úbero secou de tantas chupadelas.
E são aqueles que agora a correm a salvar, ainda com os beiços cheios de leite, que dizem que tal é fundamental para o sistema e concomitantemente, para o povo, para qu epossa viver feliz, naquele bem-estar que todos agora reconhecem ser ilusório.
"O que é bom para o homem?" ,
mas por uma outra:
"O que é bom para o sistema?".
Os políticos tentam ocultar a desonestidade deste conflito assumindo que o que é bom para o crescimento do sistema também é bom para o povo.
Esta interpretação é suportada por uma outra opinião : as características que o sistema exige dos seres humanos - egocentrismo, egoísmo e avidez - são inatas na sua natureza, e portanto não é apenas o sistema que as alimenta, mas a própria natureza humana.
De que nos queixamos nós afinal?
Não entendo assim como nos podemos incomodar, indignar, revoltar (eufemisticamente, como soi em Portugal), com o facto de o sistema correr na direcção da banca com o regaço cheio de euros, numa patética tentativa de salvar a vaquinha cujo úbero secou de tantas chupadelas.
E são aqueles que agora a correm a salvar, ainda com os beiços cheios de leite, que dizem que tal é fundamental para o sistema e concomitantemente, para o povo, para qu epossa viver feliz, naquele bem-estar que todos agora reconhecem ser ilusório.
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