Chegou a hora! É imprevisível a forma como cada um encara o momento decisivo.
Alguns nunca estão nervosos, aparentam enorme frieza, mas outros têm alguma dificuldade em aguentar a pressão e recorrem a fármacos.
Tudo depende mais da personalidade individual do que do acto em si, e há quem não suporte a angústia da espera e comece a denotar alterações comportamentais uns dias antes.
Outros porém contam ansiosamente os minutos que os separam do acontecimento. Tudo é ilusão dos sentidos, e a certa altura eles pensam que falta ali qualquer coisa, que a equação está errada, no mínimo incompleta.
Parecem todos, fortes ou débeis, que estão perdidos nos labirínticos covões da sua mente.
Chegou a hora!
As suas características comuns poderiam ser escritas, sem medo de errar, num manual de procedimentos.
Levantam-se sempre antes de o sol nascer, para se sentirem parte da renovação diária, dizem.
Têm isso em comum, vai lá saber-se porquê. Pouco os distingue numa primeira entrevista, e as suas vulnerabilidades têm que ser descobertas, pois nem sempre são evidentes.
Nunca disseram à mãe quem verdadeiramente eram, ou não tiveram coragem de enfrentar a mulher que os deu para adopção, e denotam de uma forma impúdica, uma perturbação narcisista e absoluta falta de empatia.
Mantêm rituais únicos de sociabilização, que lhes assegura o poder sobre os seus actos.
Agarram-se a regras e não se desviam desse padrão.
Odeiam sempre alguém, para além de si próprios, mas nunca tiveram a coragem de confessar essa emoção.
Todos apontam a arma à cabeça, no mesmo sítio, nas têmporas,sendo que mesmo os canhotos preferem escolher a mão direita.
Não entendo porquê, nem alguma vez coloquei a questão aos novos candidatos.
E disparam, nos lugares mais díspares, ao primeiro raio de sol.
A hora já passou!
Alguns nunca estão nervosos, aparentam enorme frieza, mas outros têm alguma dificuldade em aguentar a pressão e recorrem a fármacos.
Tudo depende mais da personalidade individual do que do acto em si, e há quem não suporte a angústia da espera e comece a denotar alterações comportamentais uns dias antes.
Outros porém contam ansiosamente os minutos que os separam do acontecimento. Tudo é ilusão dos sentidos, e a certa altura eles pensam que falta ali qualquer coisa, que a equação está errada, no mínimo incompleta.
Parecem todos, fortes ou débeis, que estão perdidos nos labirínticos covões da sua mente.
Chegou a hora!
As suas características comuns poderiam ser escritas, sem medo de errar, num manual de procedimentos.
Levantam-se sempre antes de o sol nascer, para se sentirem parte da renovação diária, dizem.
Têm isso em comum, vai lá saber-se porquê. Pouco os distingue numa primeira entrevista, e as suas vulnerabilidades têm que ser descobertas, pois nem sempre são evidentes.
Nunca disseram à mãe quem verdadeiramente eram, ou não tiveram coragem de enfrentar a mulher que os deu para adopção, e denotam de uma forma impúdica, uma perturbação narcisista e absoluta falta de empatia.
Mantêm rituais únicos de sociabilização, que lhes assegura o poder sobre os seus actos.
Agarram-se a regras e não se desviam desse padrão.
Odeiam sempre alguém, para além de si próprios, mas nunca tiveram a coragem de confessar essa emoção.
Todos apontam a arma à cabeça, no mesmo sítio, nas têmporas,sendo que mesmo os canhotos preferem escolher a mão direita.
Não entendo porquê, nem alguma vez coloquei a questão aos novos candidatos.
E disparam, nos lugares mais díspares, ao primeiro raio de sol.
A hora já passou!
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