É noite.
A praia, o mar, estão mergulhados na noite.
Um cão passa, na direcção do dique.
Ninguém caminha pelo estrado de madeira.Mas nos bancos, ao longo do caminho, há pessoas sentadas, os habitantes locais.
A praia, o mar, estão mergulhados na noite.
Um cão passa, na direcção do dique.
Ninguém caminha pelo estrado de madeira.Mas nos bancos, ao longo do caminho, há pessoas sentadas, os habitantes locais.
A descansar.
Silenciosos.
Isolados uns dos outros.
Calados.
Adriano passa.
Calados.
Adriano passa.
Caminha lentamente na direcção levada pelo seu magnífico cão.
Detém-se.
Regressa, com o seu sorriso contagioso.
Dir-se-ia que passeia.
Mas torna a partir.
Já não se lhe vê o rosto.
O mar está chão.
Detém-se.
Regressa, com o seu sorriso contagioso.
Dir-se-ia que passeia.
Mas torna a partir.
Já não se lhe vê o rosto.
O mar está chão.
Está quente o ar.
Não corre vento.
Adriano desamarra a embarcação.
O cão ladra de contentamento.
O mar parece estar a subir.
Adriano desamarra a embarcação.
O cão ladra de contentamento.
O mar parece estar a subir.
Ouço-o aproximar-se.
Um baque seco vem da embocadura.
O céu sombrio.
Adriano veleja, à hora do costume.
Feliz e inacessível.
Até amanhã.
O céu sombrio.
Adriano veleja, à hora do costume.
Feliz e inacessível.
Até amanhã.
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