“Parece-me por vezes que vivo numa espécie de redoma psicológica, que me obriga a amar o que me esmaga, e a ter esperança num mundo que não existe”, penso eu, em voz alta , como costumo fazer sempre que encontro o meu amigo imaginário.
E com o braço direito aceno ao funcionário.
"O amigo imaginário"
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